Três termos que aparecem em toda reunião de tráfego pago e que quase ninguém explica direito. Aqui vão eles em português claro.
Se você já saiu de uma reunião de marketing digital com a sensação de que todo mundo falou uma língua que você não entendeu, saiba que isso é bem comum. O problema, quase sempre, é de quem explica, não de quem escuta.
Vou traduzir três termos que aparecem em toda conversa sobre anúncios: pixel, tráfego pago e funil. Com exemplos do dia a dia e sem sopa de letrinhas.
O pixel é um código instalado no site que avisa quando alguém faz uma ação nele: comprou, preencheu um formulário, chegou até uma certa página. Esse aviso vai para a plataforma onde você anuncia, como o Meta (Instagram e Facebook) ou o Google.
Pense num contador na porta da loja, que anota quantas pessoas entraram e o que cada uma fez lá dentro. Sem ele, você paga pelo anúncio, mas não sabe direito o que aconteceu depois do clique. Com ele, dá para medir o que está funcionando e corrigir o que não está.
Um cuidado importante: como o pixel coleta informações de quem visita o site, o site precisa ter política de privacidade e aviso de cookies. Isso também faz parte de montar a base do jeito certo.
Tráfego pago é pagar para o seu negócio aparecer para pessoas que ainda não te conhecem, em vez de esperar que o algoritmo mostre o seu post sozinho. Você escolhe quem quer alcançar e quanto quer investir, e a plataforma entrega o anúncio para esse público.
O anúncio leva a pessoa até a porta. Se a loja estiver bagunçada, se o site for confuso ou se o WhatsApp não responder, ela vai embora, e você pagou pelo caminho. Por isso anúncio sozinho não resolve: ele funciona quando o resto da estrutura está de pé.
Funil é o caminho que alguém percorre entre conhecer o seu negócio e decidir comprar. Quanto mais claro o caminho, menos gente se perde no meio.
Na prática, ele costuma ter três momentos:
Conhecer. A pessoa vê um post, um vídeo ou um anúncio e descobre que o seu negócio existe.
Considerar. Ela visita o perfil e o site, compara, tira dúvidas e começa a confiar.
Decidir. Ela chama no WhatsApp, preenche um formulário ou compra.
Em cada momento, a pessoa precisa saber qual é o próximo passo. Quando esse passo não está claro, ela desiste sem avisar, e você nem fica sabendo que perdeu a venda.
O tráfego pago traz gente para o começo do funil. O funil organizado leva essa gente até a decisão. E o pixel mostra onde as pessoas estão avançando e onde estão saindo. Sozinho, cada um resolve uma parte; juntos, viram um sistema que você consegue medir e ajustar.
Se você quer saber como estão essas três peças no seu negócio hoje, o Diagnóstico existe justamente para isso: olhar site, redes e tráfego e apontar o que falta.
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